Sou Vilma.

Cunha, de batismo, Duarte, na certidão do amor registrado em cartório e feliz de manhã, de tarde, de noite, todos os dias da minha vida.

Muitos motivos garantem tanta aleluia no peito. Ressalto dois:

Permitiram-me vir a este mundo e viver em Araxá. Bairrismo perdoado por quem conhece a nossa terra.

Que desperta amor à primeira vista e seduz para sempre.

Tenho um caso de amor com o mundo e seus seres, que as palavras ajudam-me a testemunhar.

Escrevo desde menina enxergando um pôr-do-sol diferente em cada crepúsculo, uma toalha rendada de estrelas com bordados das minhas emoções, uma paixão pela lua cantada em prosa e verso, uma ternura pela chuva de molhar também meus olhos e paixão descarada pelos jardins do viver.

Recuso-me a falar de coisas tristes mesmo quando os ombros reclamam do peso do cotidiano.

Já tem gente demais viciada no derrotismo.

Tenho livros publicados, no papel e no computador. Juntando todos, 9.

Faço parte do quadro de 3 Academias de Letras, o que não envaidece. Responsabiliza-me.

Escrevo há 19 anos uma coluna semanal no “Correio de Araxá”, e desde o começo do ano também, no Planalto, outro jornal da minha cidade.

Esporadicamente, colaboro com jornais e revistas, de fora.

Sou afiliada do Prosa e Verso, desde o nascimento abençoado, do mayte.us, e colaboro com uma página mensal de Literatura para a Comunidade Maytê. Com o coração inteiro. E um orgulho de doer o peito. Sentimentos extravagantes de quem se aventura a poetar.

Agora, sou cria nova do Luna’s. E com que satisfação!

 

Vilma Cunha Duarte

 

 
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Hibernando 

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  O Luau 

  Poetando

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Música: Forever in love

 
 
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