em rotos
estandartes
reinvento-me
utopias
ar já não há
vago entre
moinhos moribundos
persigo
deuses em fuga
embriago-me
na taça da loucura
dulcinéa-sou,
meu quixote onde andará?
(nanamerij)
Os
moinhos não se movem mais ao vento,
são
encantamentos.
Estátuas do passado
a
assombrar os campos .
Guardam a memória de Quixote,
escondem
Dulcinéia e
inspiram
loucos.
(
Cláudia Villela de Andrade )
Sempre
procurei por quixotescos amores,
mesmo de
Dulcinéia não tendo nada.
É que as
loucuras e os desvarios
dão à
vida mais sabores
e eu
vivo nesta terra
em fuga
desabalada.
(Odete
Ronchi Baltazar)
Saudosos moinhos que em La Mancha calaram...
Onde as odes que teus
ventos cantavam?
Onde as espadas que Quixote
empunhava?
Onde o amor que Dulcinéia
exaltava?
Certamente os amantes pra
outras vidas levaram!
(Iracema Zanetti)
Vivo sonhos
Quixotescos
os arabescos de ventos daquele moinho
são caminhos para
minhas líricas aspirações
Fazer com que a alma transcenda o corpo
é
a maior delas.
( Nídia Caldas )
Sonhos, combatem moinhos
louca
espada a mente corta,
mente louca abre caminhos,
musa doce abre
a porta
livres estão dulcinéias,
tal qual quixotescas idéias.
( Elane Tomich)