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Nascido em 1927, no Rio
de Janeiro, desde os 9 anos Théo Drummond
dedicava grande parte do seu tempo à leitura,
principalmente de poesias. Os poetas parnasianos
eram os seus preferidos, e ao ler sonetos e
redondilhas ficava impressionado com a beleza
dos mesmos e, ao mesmo tempo, considerava as
dificuldades de quem deveria colocar, no caso
dos sonetos, uma história com principio, meio e
fim, em 14 versos, em decassílabos ou
alexandrinos, com rimas e seguindo regras
rígidas.
Desde então começou a tentar fazer seus
primeiros versos, que mantinha guardados por
achar que eram coisas íntimas e pessoais, que
não deveriam interessar aos outros.
Mas, aos 15 anos, resolveu mostrar dois sonetos
ao então Presidente da Academia Carioca de
Letras. Dois dias depois recebeu a resposta de
que havia qualidade e sensibilidade nos sonetos,
e que deveria prosseguir escrevendo poesias.
Foi o que aconteceu.
Porém foi somente em 1990 que lançou seu
primeiro livro de versos com o título "Tempo de
Poesia". Daí em diante publicou, praticamente,
um livro a cada ano, fiel aos sonetos e
redondilhas, mas também já aberto a outras
formas poéticas. Após o lançamento do nono livro
de poesias, no ano 2001, resolveu, talvez
lembrando os tempos de jornalista no início de
sua vida profissional, passar a escrever prosa.
Em 2002 lançou "Palavras de Observante", que
críticos classificaram como prosa lírica. Em
2003 e 2004, respectivamente, publicou,
respectivamente, "Os Velhos Precisam Morrer" e
"A Formiga e Eu". Em setembro deverá ser lançado
o terceiro livro de contos, "Alfred e Sua Tara".
Em sua vida profissional, iniciada aos 15 anos,
foi repórter, redator e colunistas de jornais e
revistas da época. Trabalhou no Grupo Manchete e
em O Globo, como Vive-Diretor de Publicidade, e
no Jornal dos Sports, como Diretor Comercial.
Posteriormente dedicou-se à Consultoria
Política. Nesta função passou 2 anos na África,
com base em Angola, viajando praticamente por
todo o continente africano.
Ao regressar ao Brasil fundou a Genesis
Propaganda e que funcionou durante 21 anos,
ininterruptos. No ano de 2000, com a fusão feita
com as agências Speroni-Ferrari, surgiu a
Agência 3, na qual, hoje, exerce o cargo de
presidente.
Livros de Théo Drummond
Poesias
Tempo de Poesia (1990);
Palavras de Outono (1992); Vôo de Nuvens (1993);
Versos Antigos (1995); Caçador de Estrelas (1997;
As Pegadas de Deus (1998); Vrindavan (1999);
Dedetize sua Vida (2000) e Adeus a Mim (2001.
Prosa
Palavras de
Observante (2002); Os Velhos Precisam
Morrer (2003) e Alfred e sua Tara no prelo (2004).
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