APRESENTAÇÃO
Por: Ceres Xisto

Falar, ou melhor, escrever sobre uma poetisa como Rahna é uma tarefa não tão fácil, não tão complicada, mas certamente muito prazerosa.

Tão prazerosa quanto ler as lágrimas, os sorrisos, as dores, as gotas de sangue, os capítulos, enfim, de um livro imenso de poemas que jorram da alma desta singular poetisa. Quem lê os poemas de Rahna é quase sempre surpreendido com a sutileza com que as palavras envolvem o leitor em sentimentos densos, em anseios não realizados, em sonhos, esperanças, histórias... e muito, muito mais.

Rahna nos envolve com delicadeza neste desfolhar infindo de facetas que é a alma humana em sua eterna batalha, arraigada de alegria e tristeza, entre o nascer e o morrer de cada dia, entre a aurora e o alvorecer de cada vida.

Com seus versos multicores ela consegue reproduzir todas essas vidas, que estupefatas diante de uma folha de papel, ou da tela de um computador, podem ver sua alma refletida num punhado de palavras. Palavras, que se tornam muito mais que palavras. Tornam-se meios de transporte, são veleiros, são viagens, que levam mansamente dos nossos olhos atentos até nosso coração, verdades que nos revelam segredos e às vezes mesmo, nos fazem lembrar de quem realmente somos.
 

Cláudia Sleman - Rahna

 

 
Frêmitos da Noite

Insone

Lamentos à Luna

  Meu Navio

Penitência

 Saudade

 

Música: Fields of Gold

 

 
 
Index|poetas|especiais|busca interna|livro de visitas|e-mail|home 
 


Para receber nosso
Boletim de Atualizações
cadastre AQUI o seu e-mail


Envie esta página
para alguém especial