|
A
humanidade, em tempos de globalização, vive a pesquisar e a estimar
projeções populacionais para os próximos anos, 2.000, 2.010, 2020...
por aí.
Quem ouve uma projeção destas, logo faz algum comentário do tipo:
"quanta gente... onde vamos parar?"
Muitas vezes, pensamos que estas pesquisas e estudos são feitos com o
intuito de se avaliar a população mundial de carentes, que nem tem onde
morar ou do que se alimentar, para buscar soluções para estes problemas.
Mas, na verdade, com algumas exceções, estes estudos são realizados para
verificar-se o potencial do mercado consumidor.
Com a globalização, o aperto tende a se multiplicar e empurrar os mais
fracos, ainda mais.
O mundo, no seu estágio atual, necessita sim, de pesquisas.
Porém, devem ter um alvo direcionado para o ser humano e não para o
mercado.
Já é tempo de se avaliar as misérias estacionadas pelo mundo, bem como a
expansão dos conhecimentos em todas as áreas.
A começar pela educação dos países menos favorecidos, que são os que
possuem maiores índices de natalidade, em contraste com os maiores
índices de mortalidade infantil.
Enquanto existirem na Terra países que se tornam grandes e ricos em
detrimento dos demais, com certeza, não teremos a harmonia, o equilíbrio
tão falado pelas religiões terrenas e tão pouco praticado neste mundo
com tantas maravilhas e com tantos descasos; e que, ainda assim, se diz
habitado por seres semelhantes ao Criador.
(Um
irmão de luz)
(psicografia enviada por Verena)
(colaboração da amiga li-luna e Cintia MB chituzzi) |