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Passadas
as "intempéries" alusivas a "Copa do
Mundo", com resquícios a abrandar com o
passar do tempo, o povo volta-se à
realidade no país, onde quem trabalha come
e quem não trabalha por opção, também
come. Maravilha!
Aproximam-se as eleições, partidos fizeram
alianças, coligações ou não. Já decidiram
pelos candidatos as eleições majoritárias
e proporcionais. A mídia faz as
divulgações e coleta dados relativos aos
candidatos, para melhor informar os
eleitores, fim esclarecê-los, sobre
condutas, ou melhor, quem é quem na ordem
do dia. Lógico que falamos da mídia que
merece crédito, não comprometida com A ou
B. A mídia neutra. Será que é utópico?
Utopia ou não, a mídia é importantíssima,
não coloquemos todos no mesmo saco.
A política toma paulatinamente os espaços
antes reservados a participação da hoje
falecida, seleção brasileira de futebol,
na "Copa do Mundo", depois de realizados
os "serviços funerários" com direito a
choradeiras, velas e sepultamento. E,
começam as discussões, as propagandas, os
cabos eleitorais suando as camisetas com
imagens dos candidatos em destaque,
comícios, entrevistas, panfletagem, não
isso não, induz a sujeira e vai até a data
permitida.
Os candidatos, fazem atos de
comprometimentos, promessas, visitam
vários locais, de preferência onde há
grande fluxo de pessoas. Distribuem
"santinhos", abraços, apertos de mão a
rodo. Vão para o corpo-a-corpo, à medida
que aproxima a fase derradeira da
campanha. Comem, bebem, faz de tudo um
pouco na tentativa de granjear simpatia,
junto à camada eleitoreira, mesmo a
contragosto. O quê os candidatos são
capaz? Todo o sacrifício é válido.
O importante é obter informações as mais
verídicas possíveis acerca do(s)
candidato(s), e não se deixar levar pelas
aparências e conversas "bonitas". O bom
seria ter conhecimento da vida pregressa
do(s) candidato(s), o mínimo necessário
para análise. Uma oportunidade de coletar
dados referentes ao(s) candidato(s) é
durante o período que antecede as
eleições, muita coisa vem à tona, é só
ficar atento e procurar separar o trigo do
joio, para tomada de decisão.
Por isso a tarefa de escolher pessoas que
tenham senso público, do bem comum,
vontade de servir o próximo, independente
de credo e raça é primordial, peneirar é
básico. O exercício do voto é fundamental,
arma eficiente que o povo tem no regime
democrático, e mudar é sempre salutar,
caso seja do interesse da maioria.
Então, vamos jogar bem! O resultado
dependerá da nossa escolha. Lembrem-se nós
é que escolhemos quem irá nos representar,
portanto o desempenho dos nossos
representantes por delegação significa o
controle permanente de suas ações. Nós
somos responsáveis por aqueles que
conduzimos a ocupar cargos eletivos. Temos
que aprender a seguir suas pegadas para
ter certeza que estão no caminho certo.
O jogo, agora é outro! |