Comecei a escrever muito cedo, movida pela necessidade de extravasar a emoção que costumeiramente a vida traduz para mim.

Amo as cores do entardecer e a magia das manhãs, as pequenas estrelas espalhadas pelo céu, o som da chuva no jardim, o tic-tac de um relógio que marca o tempo numa tarde morna, as luzes que começam a surgir por trás das cortinas ao entardecer, as avenidas coberta de reflexos multicoloridos, as encostas floridas, os reflexos da lua nas águas do mar...

Tudo isso me comove! Tudo isso me envolve, porque somos nós, testemunhas dos pequenos grandes milagres de todos os dias!

(Assim como vemos os olhos opacos do meninos de rua, precocemente desprovidos de sonhos..., as costas curvadas do mendigo velho, cuja esperança sucumbiu sob o peso da realidade...).

E a poesia vem, encharcando a minha alma, inspirando a vida, expirando palavras...

Assim seguimos, assim me defino: almas eternamente em construção.

Mellíss

 

 
A Primeira Lua

Digitais da Alma

Lembranças

Primeiro Amor

Quando eu lhe esquecer

 Sorrisos

 

Música: He long ships

 

 
 
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