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POEMA II
Helena Armond
THEO REMA
rumo a portos
em desvios
de hulha azul
maremotos
barragens
represas d´ águas
na combustão
de hulha branca
das cataratas
THEO REMA
rumo ao horizonte
que eternamente escapa
ermitã...numa gruta
sob o débil fogo do candeeiro
toco o horizonte
que minha mão alcança
em reflexões diárias
me oculto
se soluções exatas...
Música: Ebudae |