|
"O amor é uma das doenças mais bravas
e contagiosas. Fundas olheiras delatam que jamais dormimos, despertos noite após
noite pelos abraços ou pela ausência de abraços e padecemos de febres
devastadoras e sentimos uma incrível necessidade de dizer estupidezes.O amor
pode ser provocado deixando cair um punhadinho de pó de me ame, como por
descuido, no café , na sopa ou na bebida. Pode ser provocado mas não pode ser
impedido.Não o impede nem a água benta, nem o pó de hóstia. Não há do governo
que possa com ele, nem poção capaz de evitá-lo..." (Excerto de Diagnóstico do
Amor in O Livro dos Abraços de Eduardo Galeano)
Acompanham os sintomas, rios de lágrimas, tonturas e falta de apetite, quando
distanciados do objeto, de nosso desejo e amor. Nem mangalô 3 vezes ao dia, nem
astrologia, encanto ou qualquer magia resolve, enquanto não tivermos a dose
terapêutica, do nosso amado do lado. Quando não correspondido, esse estranho
vírus, pode agravar fatalmente o quadro. Há que se ter muita cautela. Convém ter
resguardo, se cercar de muitos cuidados, para não ser por ele arruinado.Muitos
são os métodos e posologias, rezas fortes, tarô, pai-de-santo, tratamentos
equivocados, entendam que nenhum quebranto, o imunizará desse vírus invasor.
(Roselinndonna)
Porque amor - amor mesmo! - não tem cura não. Invade o hospedeiro, coloniza-o,
parasita-o, priva-o de todas as defesas, deixa-o apático, inerte, com uma
sensação de felicidade intensa.E quanto mais a vítima resistir será pior.O único
remédio preconizado para casos agudos é aceitar o mal, entregando-se cegamente a
ele.Princípio homeopático : tratar a coisa com a mesma coisa. Amor com amor.Às
vezes, com o tempo, cronifica...Mas cura - ah,cura ! Não há não.E não adianta
querer espremer fora, que a coisa arruína, dá febre e comichão.Dizem os
entendidos que ficar na cama...é bom! Beijar é bom.E um chazinho de chamego com
canela em pau e folha de hortelã, melhor ainda.Pois eu digo : Fui contaminada
irremediavelmente. E o que farei agora? (gracias de lunna)
Tentar entender. Entender a doença. Que prende, sem ter barras. Sufoca,
respirando. Inferna, docemente. Dizem até que arde, queima, mas sem fogo. Farei
oferendas, farei. Mantras e promessas. Quem me ajuda? Quem me socorre, se desse
mal eu sofrer? Estes sentimentos, novos sentidos, não sei como tratá-los. Sei
das intensidades, do viver, mas amar? Quem há de me ensinar a cura da ferida
onde minha dor vai nascer? Não quero o pouco nem o muito, somente o tudo, a
eternidade. E, porque amo, e o amor me pertence, vivo da esperança. Esperança de
aprender a amar. (Maria Odila)
Aprender a viver para o amor, viver do amor, viver o amor. Aprender a ter mais
sensibilidade para poder entender o amor. Aprender a perceber nas entrelinhas
tudo que acontece e diga respeito ao amor. Ver seus mínimos detalhes, sentir
suas sutilezas e ao mesmo tempo vivenciar intensamente de sua leveza ao sentí-lo,
quando adentra pela pele se fazendo notar. Quando eu puder entender tudo isso
que ocorre dentro de mim, seus fenômenos, seus efeitos, aí sim, estarei pronta
para vivenciar deste amor tão real e verdadeiro que se achegou sorrateiro e me
fez sua escrava, tornando-se dono e senhor de minha alma, provocando sentires
diversos com efeitos alucinógenos, tal qual uma droga possante, que tanto me
instiga, quanto me acalma, tanto me transforma como me liberta. Me fazendo
sentir diferente, dependente por completo de você. (Neli Neto)
Amor não é doença, é jarra de fantasia pelo qual nascemos e por ele crescemos e
na maioria das vezes morremos sem ter certeza de sabê-lo. Está em nossos corpos
e em nossas almas. Se exprime em pequenas alegrias e outras tantas em tristezas.
Amor é delírio em sonhos irreais em busca de realidades,E suspiro de
tranqüilidade e espirros de ansiedade. Amor é a busca da felicidade e quase
sempre reaparece em saudade! Amor é sinônimo de Ser sem ao menos possuir!! Amor
é responsável por si só , que nos contagia de outrem. Amor não é doença, é peste
desde que o mundo se fez em algum espaço e na falta de encontrá-lo o sublimam em
corridas loucas de Ter podendo ou não....pois ele é o infinito e pleno
sentimento que rejeita antídotos. Basta senti-lo sem propriedade....quisera que
um dia os pensantes soubessem senti-lo e assim nossos dias não seriam um morrer
um pouquinho mais, no pouquinho de viver!! (Rosaria Coc - Misty)
O amor é encontro, às vezes reencontro de sonhos perdidos. Auto-descoberta da
nossa verdadeira essência pessoal, talvez até então insuspeita, escondida de nós
mesmos.Um se torna referencial do outro. Amor é dizer o que nunca foi dito. É
não ter medo dos sonhos. Ser dono da imaginação.Não permitir-se tiranizar ou
sufocar; não repudiar desejos, apenas cuidar de racionalizá-los. Reformular
conceitos de pecado sem inverter valores, apenas amadurecendo nossas
consciências. Ultrapassar limites, decifrar-se mutuamente. Entregar a alma ao
outro na cumplicidade da intimidade total, em crescente, profunda, intensa e,
principalmente, ressonante sintonia! (Edna Feitosa)
É sempre imenso sentimento, exagerado, confuso e para descrevê-lo são milhares
de pensamentos e inúmeros raciocínios nomeados por tão curta palavra: Amor.
Letras maiúsculas apenas para dar (desnecessário) ênfase, pois é descomunal,
importante e imponente por si só. Chega sem avisar a quem sempre o espera (e que
nunca pensa sobre exatamente o que se faz com ele se chegar) e assim também
surgiu por aqui. De supetão, como se nada fosse causar, fez os primeiros minutos
emocionantes, confesso. Cativou minha mente, abalou meu coração mas destruiu a
rotina, enlevou-me o espírito (fez-me Anjo), enxotou a mesmice e permanece
fusionado a cada célula em mim. E vibrante, gostoso, triste-feliz-sem-fim. Amar
é isso: sentir-se vivo, verdadeiramente vivo com vontade de realizar, fazer e
acontecer. E ainda, com direito a sonhos, desejos, prazeres, loucuras e
principalmente com o direito de fato: de reencontrar, rejuvenescer...
Amor-paixão, amor-cheguei, amor-estou-daqui-não-saio, amor-distante,
amor-triste. Pôxa! E agora? Entendo o quê? Nem sei quando rio ou porque choro,
nem sei se tem mesmo algo a saber. Bem, nessa história complicada melhor nada
fazer além de simplesmente amar, concluo. O que faço é imaginar, juntar todas as
peças que esse Amor me trouxe e assim vou vivendo, certamente mais feliz que
antes porque AMO e cada vez mais apaixonado...booooommmmm... Vez que estou
completamente tomado, drogado, envenena do, aproveito o renascer. Seja o que
Deus quiser. (Ivan Falcão)
Amor... misterioso pássaro, ficamos diante dele... como diante do insondável,
tudo passando a ocupar outra dimensão, inexplicavelmente o mundo muda de forma
ou vemos o mundo de outra maneira, sentimos os caminhos diferentes... ora se
alargam, ora se fecham... Nossa garganta também, ora canta de alegria, o coração
pulsando junto ao canto, ora se fecha de angústia, como se ficássemos impedidos
de respirar. Ora voamos, ora caímos no fundo do poço... uma alegria infinita,
uma tristeza esquisita. Poder de crescimento inesperado, um fulgor que chega a
cegar... Transborda, mesmo quando tentemos parar... Crescente... Crescente...
Crescente... como uma bolha enorme linda transparente, não vista, mas sentida
imensuravelmente. (Marineide Miranda)
Amor...invade, sem pedir permissão. É preciso de uma certa dose de coragem, mas
uma dose maior de loucura. E, a maior das doses, divertir-se com esta loucura.
Estranha dicotomia, quem não se contamina opta por ser miseravelmente são, e
quem se deixa contaminar revela à plena luz o que tem de mais genuíno e original
dentro de si. Mas o mais surpreendente é ter medo do amor. Sente-se medo dele e
todos temem a todos. E daí, ninguém permite que seus sentimentos e suas emoções
se expressem. O amor, a única responsabilidade humana. Ir contra o amor é
cometer suicídio, é destruir a si próprio. Nem a morte talvez possa tirar de
você o amor e talvez ainda o único tesouro que temos é o que a morte não pode
nos tirar. O amor. Simples, amar o amor. (Cleusa Bechelani)
O amor não pede licença pra chegar, chega sempre de mansinho! Às vezes
desatinado nos assusta com seu modo violento de chegar! Vem que vem arrebentando
vidraças, mas chegue por onde chegar e do jeito que chegar, contanto que chegue
para ficar, sempre será bem-vindo! Não adianta negar que o amor é um vício, é a
cachaça de pobres e ricos.É a única doença salutar...De mal de amor sofre quem
não souber amar... Amar é sorrir ao deitar, ao sonhar, ao despertar, é desejar
bom dia ao sol, à lua, à vida! É ver estrelas brilhando no céu noite e dia...
Amar é sentir-nos leves como plumas. É respirar o perfume das flores nas
colinas! É flutuar, não sentir os pés nos chão, é viver em estado de graça, é
sentir em cada pessoa um ser único e perfeito! É vontade de abraçar, de beijar,
encostar a cabeça no ombro do amigo paciente, ouvinte que não nos interrompe
quando falamos do amor arrebatador, santo, profano, angelical, atrevido,
acanhado, cálido, suave que sentimos. O amor é contagioso, é doença sem ser
doença, é luz que brilha de dia e de noite...O amor é amigo, não é egoísta, não
cobra o amor que doa! O amor nos torna divinos, por isso, os mal-amados que me
perdoem! (Iracema Zanetti)
O amor é, também, um estado de graça. Somos como que dotados de alguma força
sobrenatural, que nos permite amar, e amar, e amar e continuar a produzir mais e
mais amor. A dar e a querer mais dar. A criar e inventar o que já foi criado e
inventado de uma forma única. A transcender a nós mesmos. É o amor essa estranha
alquimia que nos torna unos de alguém que ainda há pouco nem conhecíamos e que
de repente nos é familiar como se de nós tivesse feito parte desde sempre.
(Maytê)
Ahhhhh! o amor é antes de tudo o falar do coração. Não poderemos nunca,
explicar, com palavras o que é o amor... Quem ama, não fala.... sente. Muitas
vezes, tentamos dizer o que realmente, é amar. Amar é entregar-se, entregar-se,
só assim, possivelmente, seríamos capazes de saber o que é o amor. Essa dimensão
profunda que nasce dentro da gente, se espalha por todo o corpo. O corpo nos diz
o que é amar. (Manoel Bonfim)
O amor! ah! o amor! Tantos poetas, tantos escritores, tantos filósofos - sem que
se deixassem ser muito explícitos - já o eternizaram. Apenas, o que não é
possível, é imaginar um mundo que seja belo sem o amor. Também não existe nada
mais gostoso do que você agarrar um bichinho de pelúcia, à noite, presente
dele/a, enchê-lo de beijos e sentir que ele está, nesse instante, personalizando
quem você ama. O amor é isso... presença/ausência, loucura, felicidade, vontade
que seja eterno... embora alguns digam que seja cego. Será?
(Leda Galvão)
Ao eternizar o Amor na congruência dos sentimentos, que despertam nos seres os
sentidos avassaladores, entorpecendo as mentes, ultrapassando os limites -
Inconseqüentes - característica dada aos amantes. Mas os sentimentos resfriam, o
amor aquece os corações, dando paz ao corpo de quem de paixão transbordou, que
um dia amansou, e com isto o Amor eternizou. Ah! o Amor, classificá-lo é
difícil, porém podemos dizer "eu amo"por toda a eternidade, porque o amor é
imortal, sendo sempre renovado a cada doce instante de encontro com o Ser amado!
(Arlete Maria)
Falamos tanto no amor que sentimos, no que doamos, no que transborda por nossos
olhos, por nossa boca, por nossos poros ... que nos faz flutuar, caminhar nas
nuvens...sorrir por tudo, chorar por nada... e se não somos correspondidos? Que
sofrimento, que desengano, que desespero! Ora nos torna fortes, decididos,
insuperáveis, imaginando que nada poderá deter nosso sentimento. Ora nos torna
frágeis, medrosos, submissos e carentes, procurando desesperadamente uma saída,
imaginando barreiras insuperáveis... Ahhhhh o Amor...amor...
(Eva Aune)
Amor, sentimento ingrato... Se é bom como dizem, se é sublime como falam, se é
divino como pregam os mestres, porque nos faz sofrer tanto? Porque o amor
dilacera o coração e deixa a alma sangrar e se esvair??? Amor... Sei não. As
vezes não acredito nele, porque para mim não chega amor, só a dor que rima com
ele. A dor de nunca receber amor de volta, a dor de penar sozinha mesmo em
sonhos, a dor de ver outras pessoas atravessando meu caminho e destruindo a
sorte... Não, amor??? Delírios de poeta, ideal de sonhadores... Matéria
etérea... Não existe. E se existe é invisível, intangível e inalcançável.
(Fatima Dannemann)
Falado, discutido, questionado. Sonhado por todos... sofrido por muitos... Surge
quando menos se espera. Desabrocha e floresce num dia de primavera, refresca e
rejuvenesce num dia de verão, renasce e renova-se num dia de outono, aquece e
protege num dia de inverno. O amor engrandece o espírito, aumenta a cada dia que
passa, supera distâncias e dificuldades. É impossível escondê-lo, pois os
olhares revelam, as atitudes confirmam, os olhos brilham e nossa alma sorri. Com
o amor a vida é uma eterna festa, Ele nos faz sentir no paraíso. É paixão, é
fogo, é a vontade de estar sempre junto. Quanto mais amamos, mais queremos amar.
É a coisa que mais faz sentido neste mundo. Eu não saberia viver sem amor e com
certeza dependo dele para viver. (Ibi Macêdo)
O amor é mesmo assim, que venha doído, agüento a dor, que venha sem cor, tenho
as tintas das paixões, que venha cedo, meu coração é madrugador. Eu sofro da
doença do carinho, é meu primeiro sintoma de amor, vem devagar, sinto aquele
gostinho de beijo na boca, depois uma coisa gostosa invade todos os sentidos.
Que estudem o amor, façam pesquisas, experimentos e tudo mais, não mexam nos
corações,deixem os apaixonados e os viciados curtirem a dois. Sou um doente
incurável, a paixão entra e o amor vem, quero esta dor, este sabor,preciso me
sentir tomado e doado, que venham as paixões fiquei e serei sempre, amante.
(Caio Lucas)
O amor é inquestionável, insondável, inominável ainda que com este nome; amor. E
jamais um substantivo carregou-se de tantos adjetivos, atributos, alegorias e
penduricalhos, dos mais sérios aos mais circenses: culpas, incertezas,
movimentos, danças, obras completas de arte... Inalcançável, sempre maior.Não é
substantivo abstrato, é concreto, vez que dói cura a dor! Não é um querer, é uma
necessidade que nos faz prisioneiros de um para sempre querer. Pois ainda que
com a impossibilidade de defini-lo, digo que o amor é o impulso da criação,
divina sentença em nós. Traz em si, as várias metodologias de seu exercício.
Manhas e artimanhas, generosidade e posse, saúde e tosse, desânimo e coragem,
egoísmo e doação. Mas principalmente é o exercício do espírito , que sofrendo as
agruras da carne, dela compadece ao compreender que precisa amá-la em seu
processo de finitude para a eternização da vida em contínuo renascimento.
(Elane
Tomich)
ahhh coração sem vergonha... ahhh esse tal de amor !!! Chega, e de novo se
instala fazendo a maior confusão... provocando remelexos atiçando,.... e a
cabeça??? Só na perdição!! É pele eriçada, alegria escancarada, rindo até pras
paredes. É cantar no banheiro, dialogar com espelho, buscando a conversa mais
certa. Ahhh esse tal de amor... sim senhor!!! É todo tempo pensamento em danação
reboliços de meu tesão. Se amor, então deixo que meu corpo absorva todo o ardor
de uma boa excitação. E vou logo dizendo não me perguntem nada , não me apurem
em nada, fico fora do mundo, numa distração de fazer gosto porque amor pra mim
entre tantas outras, também é assim... e assim sigo amando.
(Susana Mendes)
Amor é sentimento tinhoso, danado de fazer dó, mas também é muito frágil... E se
te chegar de mansinho porque é assim que acontece não te surpreendas com suas
manhas deixe-as acontecerem e aconteças também... Na verdade é difícil falar o
amor. Há que vivenciá-lo desfrutá-lo por inteiro e se puderes pois tanto ele se
aproxima quanto se afasta depois... Não falei que ele era danado? Do amor não
entendo é nada!!! Só sei que amo ao meu jeito respirando emoção. Estou aqui
enrolando pois fico mesmo enrolada por conta do coração. E não vou dizer mais
nada. Quero é amar muito e sentir a cada segundo sou muito amada também!
(Liane Niremberg)
Amor tem gosto, amor tem cheiro, amor tem sabor. Cada sabor é próprio de cada
momento amoroso. Cada amor é único. É único o seu sabor. Aqui as palavras pouco
dizem. Tentarei usar algumas palavras para traduzir o que sinto... amor morango,
amor chocolate, amor anis, amor mostarda, amor mel, amor vinho, amor gengibre,
amor erva-doce, amor gergelim, amor pimenta, amor canela, amor salsa, amor
abacaxi, amor orégano, amor laranja, amor café, amor uva, amor amendoim, amor
maçã, amor manjericão, amor insosso não... (Maria Inês Lempek)
Sim, o amor é tudo isto e é mais um pouco, menos um pouco ou mais tudo e muito
mais! Ele começa ora de mansinho, ora como uma torrente insustentável que
direciona as nossas vidas. Se pegar leve, é estar enamorado, se pegar pesado é,
estar apaixonado, tudo é amor! É a mais saudável das emoções, o mais forte
sentimento capaz de tantas coisas, incluindo o amor de fato - um belo barato, e
o desamor - o grande fracasso. Primeiro vem o olhar, depois as afinidades,
prestamos atenção e aí ninguém mais segura e todos desejam estar soltos. Amar é
como preparar uma bela festa. Precisa de ingredientes constantes, não sermos tão
exigentes e nos doarmos nesta troca maravilhosa da soma. Festa é bom todo o dia,
porém, também deve ser dosado para durar uma vida inteira e quem sabe
ultrapassar os limites deste universo! (Celito Medeiros)
E na verdade para que o amor realmente vença todas as intempéries a que se
encontra sujeito - precisamos saber dosar a nossa liberdade. Todos os direitos e
deveres são iguais, em tese. Mas no amor isso é imprescindível. O que não quero
para mim, a outra parte também não quererá para si. E com estas observâncias - o
amor que começou suave, tornou-se total e avassalador, tornar-se-á de novo suave
e pleno. Totalizando o ser. Nada mais é necessário quando se alcança a
plenitude. ( Delasnieve Daspet )
Edição:
Olga Fonseca
14.03.03
Música: Immortality
|