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Originário da França
(mais especificamente da Provence), a união de
queijos e vinhos é a opção mais agradável para
receber amigos e virou um costume muito comum
entre os brasileiros do sul do país, ainda que
nosso inverno não seja tão rigoroso como na
Europa.
Quando se fala em casamento perfeito, o que vem à
cabeça são os queijos e vinhos. Os queijos
melhoram muito os vinho, justificando um velho
ditado dos vinhateiros franceses: para vender
vinho, sirva queijo. Esse velho ditado dá razão
aos que dizem que não é preciso nada de
extravagante nas festas de queijos e vinhos.
Normalmente, um vinho simples e descomplicado,
como um bom nacional, desempenha muito bem esse
papel
Para que a sua recepção seja perfeita, existem
algumas regrinhas muito simples, mas essenciais
para se seguir, fazendo combinações de aromas e
texturas. Basta aplicá-las, criando uma
harmonização com vinhos e curtir a reunião com os
amigos.
Para cada vinho, um queijo. E vice-versa. O ideal
é alcançar um equilíbrio, de tal maneira que o
sabor de um realce o do outro. Assim, queijos mais
fortes "pedem" vinhos mais encorpados, queijos
leves vão bem com vinhos pouco encorpados. É claro
que, ao final, o que decide é o paladar da pessoa,
mas, seguindo algumas orientações de
especialistas, não há como errar.
PREPARAÇÃO DA FESTA
Uma festa informal,
com muito sabor e beleza, especial para diversos
tipos de reuniões com adultos, as mesas de Queijos
e Vinhos são muito usadas. Pode-se comprar tudo
pronto ou ser preparado pela própria pessoa.
O primeiro passo é escolher ao menos 6 tipos
diferentes de queijo, que devem ir do suave ao
mais picante. Acomode-os em bandejas ou tábuas
apropriadas por toda a mesa, sem entretanto
cortá-los ou fatiá-los. Disponibilize pratos,
garfos e facas de sobremesa, para quem preferir
usá-los.
Reserve também cestas com pães pequenos e
diferentes (tipo italiano, alemão, francês,
centeio, com nozes), sempre inteiros, e uma
charcuterie com iguarias picantes, como alho,
pimenta, cebola e manteigas com ingredientes do
tipo anchovas e caviar. Galheteiros com páprica,
cominho e pó de alho também são bem-vindos.
As montagens de tábuas de queijos ainda têm sabor
de novidade. São deliciosas, claro, mas o mais
importante para quem vai montar uma delas é a
parte artística, a arrumação, combinando cores e
administrando contrastes. A possibilidade de
combinações é quase infinita, dependendo sempre de
uma disposição para se gastar, além das
preferências gastronômicas.
Usa-se um prato circular, de madeira, onde podem
ser colocados juntos vários tipos de queijo. Para
comer, o certo seria não usar garfo e faca. O
queijo é cortado em pedaços pequenos e ser
colocado com a mão junto a pedacinhos de pão e
levados à boca desta forma.
Não se deve esquecer que o mais importante da
festa é a sua disposição. Para uma festa assim,
deve-se estar disposto para atender seus
convidados, deixando-os à vontade para que
participem da informalidade da reunião,
servindo-se e divertindo-se.
Tanto para receber grupos pequenos e íntimos como
para grupos maiores, é uma festa deliciosa. Acima
de tudo o prazer da diversão.
Afinal... A arte da degustação de vinhos e queijos
estão entre os saudáveis alicerces do amor e da
alegria de viver.
REGRAS
Existem regras
básicas para os princípios das combinações, que
seguem textura e sabor:
- Quanto mais duro for o queijo (parmesão, por
exemplo), mais tânico pode ser o vinho. As uvas
são suficientemente robustas para não perder a
estrutura.
- Quanto mais cremoso o queijo, mais acidez o
vinho deve conter.
- Vinhos doces ou generosos (tais como Sauternes,
Porto ou Madeira) acompanham bem os queijos azuis,
pois equilibram a pungência destes: o Roquefort
cai bem com Sauternes, o inglês Stilton faz
combinação clássica com o Porto e o gorgonzola
combina com tintos potentes.
- Queijos frescos e sem casca, como os cremosos, o
mascarpone ou a mozarela pedem vinhos brancos
leves (Riesling ou Chardonnay), rosés ou tintos
jovens e frescos, como o Beaujolais francês e o
italiano Bardolino.
- Vinhos tintos de classe e mesmo brancos parecem
insinuar sua adequação com queijos macios, de
casca rica, como Cammembert, Brie e Gouda, desde
que não muito curados.
- Os queijos mais suaves, do tipo Emmenthal e
Gruyère, aceitam vinhos tintos pouco tânicos,
suaves.
- Vinhos brancos leves e aromáticos combinam com
queijos de massa mole, tais como os frescos de
cabra e a ricota. Você pode combiná-los com um
Chardonnay, por exemplo.
QUEIJOS
Os queijos devem
ser comprados na véspera da festa. Observe o prazo
de validade e a consistência que deve ser elástica
ao toque, sem soltar soro.
Para melhor conservar os queijos, mantenha-os sob
refrigeração. Não esqueça de retirá-los da
geladeira uma ou duas horas antes de servi-los
para que recuperem a textura e o sabor.
Evite congelar quaisquer tipos de queijos, pois
isso interfere no sabor e aroma. Se o congelamento
for necessário prefira usá-los para fins
culinários.
Para os queijos encontrados habitualmente no
mercado brasileiro, esta é a sequência ideal de
degustação:
Queijos Suaves - Gouda, Minas, Petit-Suisse,
Cobocó, Serra da Estrela, Muzzarella, Itálico,
Estepe, Savent-Paulin, Edan e os cremosos tipo
Catupiry (que foi o primeiro deles), os requeijões
de copo e os mais sólidos, mais compactos.
Sirva esses queijos suaves com vinhos tintos,
leves ou brancos meio secos e até rose
(normalmente odiado pelos conhecedores , mas o
mais vendido aqui no Brasil), se gostar. E
champanhe meio doce.
Queijos Médios - Gruyère, Emmenthal, Prato, Suíço,
Serro, Caccia-Cavallo, Camembert, Dola, os
fundidos, Cheddar e Brie, Chevre, Tête-de-Moine.
Com os queijos médios, os vinhos podem ser também
tintos leves, brancos secos ou meio secos e...
rose. E ainda champanhe seca.
Queijos Fortes - Provolone, Port-Salut, Parmesão,
Pecorino, Gorgonzola, Queijo do Reino, Parmesão,
Roquefort, Taleggio, Valençay, Tilsit, Tilsit com
Kümmel (cominho), Limburgo, Pont'-l'-Evêque, Vieux
Coantal, Sardo e os chamados de bola ou de cuia.
(O Palmeira, Borboleta, o Dana e o CCPL)
Há ainda, entre os fortes , os chamados persillés
(que nem sempre são só à base de salsa, apesar do
nome). Contêm ervas mais ativas e têm um odor
muito forte.
Queijos chamados artesanais. Em francês a palavra
é fermier, que vem escrita após a marca ou o tipo
do queijo. Ex: você encontra o Boursin ou Poivre
artesanal. (É aquela delícia redonda, envolta em
pimentas-do-reino inteiras ou quase inteiras.)
Os tipos de queijos:
Alouette - de origem francesa, o alouette tem uma
peculiaridade: é um queijo aerado, o que significa
que foi injetado ar durante sua fabricação. Por
isso sua consistência é fina, macia. Além do
natural, há ainda mais quatro sabores (alho e
salsa, cebola, condimentado e ervas finas).
Brie - queijo nobre feito de leite de vaca, tem
textura macia, massa cremosa que se acentua com o
tempo, e sabor peculiar, marcante, mas não forte,
que lembra nozes. Tem casca branca, recoberta por
um mofo comestível. Três tipos tem destaque: o de
Meaux, o de Coulommiers e o de Melun. Para esse
queijo escolha um vinho branco.
Boursin - queijo tipo boursin, fresco, macio e
cremoso, oferecem outras opções de variedade
quanto ao sabor. Ao lado natural, encontram-se
também os queijos aromatizados com pimenta,
páprica, ervas finas, alho e uva passa. Ao
contrário dos demais grupos de queijos, com estes
é preciso um certo cuidado quanto ao tempo que
eles deverão permanecer em temperatura ambiente
devido a sua consistência. Eles não devem ser
retirados da geladeira com antecedência nem podem
ficar expostos diretamente ao ar, o que compromete
sua qualidade.
Camembert - originário da Normandia e o preferido
de Napoleão, é um dos mais tradicionais queijo de
leite de vaca. O sabor é forte, ligeiramente
picante, macio, cremoso. Tem a casca fina e
aveludada com bolor branco. Saboreie com vinho
tinto leve ou branco seco.
Cheddar - o mais indicado pelos experts para uma
reunião de queijos e vinhos. Originário da
Inglaterra, tem a massa macia e sabor mais
acentuado que o gouda, gruyére, emmental e estepe
que são da mesma família. Para comprar observe que
tem que haver uma certa oleosidade natural.
Chèvre - produzido com leite de cabra, tem
diferentes formatos, de pirâmide a uma espécie de
rocambole. Pode ser super macio como cream cheese
ou firme difícil de fatiar. Entre os mais famosos
estão o chabichou, o crottin e o saint-maure. Tem
sabor levemente acentuado. Pode ser servido batido
no liqüidificador em forma de pasta e
condimentado. Acompanha vinho branco.
Cottage - é um dos raros de 'ascendência'
norte-americana. Granulado, é encontrado apenas em
seu sabor natural.
Edan - queijo de formato oval, cor amarelo-palha,
sabor suave, poucos furos e película avermelhada
ou lisas. Era produzido apenas com leite de vaca
integral, mas hoje leva leite mais magro. Original
da Holanda, inspirou nosso queijo do reino. Retire
a película antes de servir. Acompanha vinho tinto.
Emmenthal - queijo suíço de massa cozida prensada
e flexível. Apresenta-se sob a forma de enormes
rodas de 40 a 130 kg, tem buracos ou 'olhos' do
tamanho de azeitonas. É um queijo gorduroso de
sabor suave bem adocicado. Sirva com vinho tinto.
Fundido: Queijo de sabor suave, macio e brilhante.
Acompanha bem pão, bolachas, ideal para fondue,
ótimo para pratos com camarão.
Gorgonzola - sabor forte, picante, pertence a
família dos queijos azuis, nasceu na Itália e leva
a fama de ser o queijo mais antigo do mundo (há
registros de sua fabricação em 879 a.C.). De forma
cilíndrica, pesa cerca de 3 kg e apresenta veias
(fungos) azul-esverdeadas. De massa cremosa e
macia, um pouco pastosa e quebradiça. Sirva com
vinho tinto seco encorpado.
Gouda - o queijo brasileiro é mais light que o
original holandês. Queijo de massa firme prensada
bem compacta, com buracos espalhados. É recoberto
com uma parafina vermelha, que deve ser descartada
na hora de comer. Apresentado sob a forma de roda
pequena. Seu sabor quando novo é suave, mas
acentua-se com a idade. É mais consistente que os
outros queijos de buracos. Sirva com vinho branco
ou tinto seco leve.
Gruyère - queijo dos Alpes suíços, de massa cozida
prensada, lisa e em forma de roda grande, amarela
clara, firme mais elástica. Sua crosta exibe
rugas, conhecidas como becs, que parecem meio
vermelhas por causa do crescimento de
microorganismo (nada que impeça de servi-lo com a
casca). Tem sabor suave bastante adocicado de
avelã. Sirva com vinho tinto seco, leve ou branco
seco.
Itálico - ou Belpaese na Itália, é o mais cremosos
dos queijos de buracos com massa de sabor picante,
tem casca esbranquiçada.
Minas - queijo minas, ele é o mais consistente, e
tem também o valor calórico reduzido. Quando
fresco, é bastante macio. Os vinhos secos - tintos
ou brancos - são ideais para os queijos deste
grupo.
Parmesão - queijo firme de massa cozida prensada,
em forma de cilindro grande. Sua maturação pode
levar de 2 a 3 anos ou mais. A textura é granulosa
e o aroma delicado. Os queijos mais velhos e duros
são bons para ralar, enquanto o parmesão mais novo
é um excelente queijo de mesa. Por possuir um
sabor forte e peculiar pode alterar o sabor do
vinho, tornando-o amargo.
Port-Salut - originalmente fabricado pelos monges
da abadia de Port-du-Salut. Sabor acentuado e um
dos mais picantes, macio mas ligeiramente
consistente. Mais amarelo e coberto com uma casca
alaranjada, considerado pelos experts como um dos
melhores queijos. Vinho tinto seco encorpado.
Provolone - queijo de massa dura prensada, em
fios, apresentado sob diversas formas e dimensões.
Sua casca amarelo-dourada contém a marca das
cordas que serviram para suspendê-lo. O queijo é
liso e de um branco cremoso; fresco, tem sabor
mais para suave, mas torna-se picante ao
envelhecer. No Brasil é geralmente vendido
defumado. Vinho tinto encorpado.
Reino - de origem holandesa. Com seu singular
formato de bola, ele era importado pela corte
portuguesa no Brasil Colônia, saudosa do saboroso
queijo que a Holanda fabricava e Portugal
consumia. Quando começou a ser fabricado no
Brasil, o queijo-do-reino manteve a consistência e
o sabor originais. Manteve, também, o diferente
formato.
Roquefort - sabor forte e picante com textura
cremosa, queijo azul, originalmente fabricado com
leite de ovelha. Apresenta-se sob a forma de
cilindros de dimensões médias, com uma casca
natural. Esses cilindros são maturados por 3 meses
em cavernas calcárias úmidas. Vinho tinto seco
encorpado.
Serra da estrela - produzido exclusivamente em
Portugal, tem formato achatado de 15 a 20 cm de
diâmetro. Feito com leite de cabra é hiper
cremoso. Sirva com vinho do Porto.
Saint-germain - de origem francesa, o
saint-germain é o mais cremoso, que contém o menor
número de calorias por grama. De sabor suave,
ligeiramente salgado, o saint-germain é encontrado
no sabor natural e gorgonzola.
Taleggio - vendido em forma quadrada de 20 a 25
cm. Apresenta casca rugosa, gordurosa e maio
amarronzada. {Por fora esse queijo italiano tem
cor de marfim, consistência pastosa e sabor
picante. Sirva com vinho tinto .
Tête-de-Moine - significa cabeça de monge, com
referencia ao corte de cabelo dos religiosos, pois
a parte de cima do queijo é removida antes de ir a
mesa. Tem a casca resistente de cor
amarelo-amarronzada e a massa compacta, mas fácil
de cortar. Com aroma acentuado e sabor de nozes. A
tradição pede que seja servido em fatias franzidas
como se fosse flores. Para facilitar, use um
fatiador próprio, que vem com manivela. Corte o
topo do queijo com uma faca de lamina longa,
encaixe a base no fatiador, ajuste a manivela e
raspe o topo. Acompanhe com vinho branco.
Tilsit - desenvolvido numa antiga cidade Russa,
Tilsit, atual Sovietsk. Tem crosta lisa e massa
gordurosa. Vem temperado com cuminho. sirva com
vinho branco.
VINHOS
Brasileiro - Os
vinhos brasileiros vêm crescendo muito em
qualidade devido ao cuidado da elaboração e a
capacidade tecnológica associada aos bons frutos.
Italiano - Uma grande variedade que é classificada
pelas regiões produtoras, produzindo assim um
vocabulário único e vasto.
Português - Os vinhos portugueses são inimitáveis
e tem como componentes uvas autênticas, solo único
e gente muito alegre.
Argentino - Próxima a base dos Andes, a Argentina
tem um mar de videiras que formam um cenário único
na natureza.
Chileno - Os vinhos chilenos conquistaram um lugar
ímpar no que diz respeito a qualidade.
Francês - A França é o berço do vinho fino. Os
vinhos tintos franceses devem ser servidos em
taças largas entre 18º e 20ºC.
Sangria - Se você quiser tentar, introduza a moda
de servir também uma boa sangria, bem à moda
espanhola, com conhaque e com pedaços de frutas
cortadas grandes (maçãs, pêssegos, pêras).
Grandes, não deverão cair nos copos e nem se
parecerão com os cups- que chamamos de ponche.
LEMBRETES
- Desarrolhe os
vinhos 15 minutos antes de degustá-los pois o
vinho terá mais tempo para oxigenar-se.
- Vinhos ricos em corpo e aroma, portam-se melhor
em cálices bojudos e largos.
- Primeiro os vinhos brancos gelados e depois os
vinhos tintos entre 18 e 20C.
- O interessante em uma noite de vinhos e queijos
é saborear diferentes estilos de vinhos.
ACOMPANHAMENTOS
Frios - Numa tábua
própria para frios, comece contornando com frios
fatiados de cor mais forte e intercalando com os
mais claros e incrementados com cerejas, azeitonas
pretas e verdes. Alguns dos frios utilizados:
peito de chester defumado, lombinho canadense,
rool de chester, chester Geórgia, presunto sem
capa, salame hamburguês, salame italiano,
mortadela bolonhesa, mortadela de chester, copa.
Pastas e Patês diversos, de preferência feitas de
queijo
Frutas - Em uma boa mesa de queijos e vinhos não
podem faltar frutas. Escolha frutas da estação
como maçãs, pêras, uvas brancas e rosadas. Evite
as frutas cítricas que podem alterar o sabor e
aroma dos vinhos. Use as frutas como
acompanhamento e na decoração, elas dão um toque
especial à apresentação dos queijos. Sirva também
frutas secas como damascos, etc.
Sobremesa - Muitos abominam a idéia, mas uma
sobremesa leve, para fazer com que seu convidado
perca o sabor do queijo, que só é agradável
enquanto estamos degustando é uma ótima pedida
tipo sorvetes ou salada de frutas. No final, o
café, que pode ser acompanhado por chocolate de
menta.

Todas as pesquisas sobre o assunto
foram retiradas da Internet nos links abaixo:
http://www.pratofeito.com.br/
http://www.pampasonline.com.br/inverno.htm
http://www.misteriosantigos.com/rodadoano.htm
http://www.viamoda.com.br/Queijos/queijos.htm
http://www.apagina.pt/arquivo/Artigo.asp?ID=2221
http://www.lainsignia.org/2002/diciembre/cyt_001.htm
http://www.techs.com.br/meimei/historias/historia55.htm
http://basilico.uol.com.br/comer/comer_etiqueta_012.shtml
http://educaterra.terra.com.br/sualingua/02/02_estacoes.htm
http://br.news.yahoo.com/articles/health/040629/36/ksze.html
http://www.druidnetwork.org/rede/artigos/solsticio_inverno.html
http://www1.uol.com.br/cyberdiet/colunas/020719_psy_ondeesta.htm
http://tvtem.globo.com/culinaria/receita.asp?codigo=596&modulo=11
http://www.rio.rj.gov.br/planetario/apostilas_prof/terra/terra.htm
http://www.simego.sectec.go.gov.br/produtos/met/estacao/inverno.htm
http://www1.uol.com.br/cyberdiet/colunas/010601_psy_inverno_engordar.htm
http://www.trilhaseaventuras.com.br/atividades/superdica.asp?id_atividade=10&id=87
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