Ao longo da vida, é inevitável adotar naturalmente muitas coisas: uma profissão, um estilo de vida, um amigo, um bicho de estimação, valores éticos e morais. Não deveria ser diferente quando o assunto é adotar uma criança, mas escolher alguém para ser filho do coração - não da barriga - é ainda um tema marcado pela dúvida e pelo medo. Nos últimos dez anos foram fundados cem grupos de apoio à adoção em todo o Brasil, para desfazer esse bicho-de-sete-cabeças que envolve um processo jurídico de, no mínimo, seis meses e muita emoção.

Além desse movimento social, são inúmeras as histórias de adoções bem-sucedidas que se propagam boca a boca. Esses relatos ajudam a diminuir o preconceito e clareiam o caminho de quem decide ter um filho dessa forma.

Poucas pessoas vivem de forma tão intensa o desejo de ser mãe quanto as mães adotivas. Sua maternidade é marcada, muitas vezes, por tentativas infrutíferas de ter seus próprios filhos, seguidas da longa espera na fila da adoção.

Ouvir a história de vida dessas mães é entrar em contato com uma vastidão de sentimentos, idealizações e carências. Tudo que naturalmente já envolve uma relação entre mães e filhos, só que a ela se soma a angústia quanto às implicações psicológicas que o ato de dar uma família a quem nunca teve pode trazer.

Adotar uma criança é uma decisão muito importante, que quando bem orientada e planejada, traz alegria para pais que não podem ter seus próprios filhos biológicos e para a criança que precisa de uma família.

Seguindo a hipótese de que toda criança adotada é problemática, se pergunta: você acredita que o fato de ter gerado uma criança em seu ventre afasta a possibilidade dela ter algum tipo de problema? Obviamente que não, seria preconceito demais acreditar em tamanho disparate. Se acredita que filho biológico é "superior" a um filho adotivo, é justo aconselhar a não ter filhos, pois certamente não o amará suficientemente.

A adoção é uma questão de consciência, responsabilidade e comprometimento com o próximo. Essa nova consciência amplia horizontes, onde a adoção e o planejamento familiar são temas que caminham juntos. O entrelaçamento desses temas atinge uma amplitude incomensurável.

Costumam dizer as mulheres que a coisa mais bela no mundo é gerar um filho, mas adotar uma criança é um gesto de extrema grandeza, é um ato de amor.  Quantas crianças sonham em ter um lar, o que essas crianças mais querem na vida é ter uma mãe, um pai, irmãos e um cachorro, enfim uma família comum e feliz.

Ao adotar estará praticando um ato de amor, mostrando que é um ser humano responsável e consciente de seu papel na sociedade. Ao invés de colocar mais uma criança no mundo, adote uma criança, pois ela não tem culpa pelas inconseqüências de seus pais, se eles não souberam arcar com suas responsabilidades, seja nobre, adote essa criança, arque com essa responsabilidade, mas não como um peso, mas com amor, não há nada mais lindo no mundo.

Adotar não é um ato sublime. Sublime é ser mãe, de filho adotado ou não. São filhos da mesma maneira. Quando ouvir a palavra "adotada", não a veja uma história triste de alguém que não podia gerar um filho e teve que adotar. E de outro alguém que abandonou um filho. Veja sim, primeiramente, a vontade de Deus, a coragem de uma mãe que poderia ter feito a opção pelo aborto e fez a opção pela renúncia.

As outras, as mães biológicas, às vezes, são compelidas pelo corpo a amar os filhos que geram, mas  as mães de adoção, amam pelo espírito, elegendo quem lhes vai receber o devotamento, a dedicação.

... E não se tornam menos mães! Sofrem mais, certamente. Quando revelam ao filho as circunstâncias da sua origem, temem magoá-lo e, quando não o dizem, vivem sempre temendo perdê-lo, quando forem descobertas. Seu querer é suave como a claridade lunar e forte como somente o amor pode tornar-se. São anjos anônimos e abençoados na multidão.

 

Todas pesquisas sobre o assunto foram retiradas da internet nos links abaixo:
http://www.padresok.com/
http://www.abcdobebe.com/
http://essacoisadeengravidar.zip.net/
http://mulher.terra.com.br/maesefilhos/
http://www.maxima.pt/1204/fam/300.shtml
http://revistacrescer.globo.com/Crescer/
http://www.uem.br/~urutagua/02adocao.htm
http://www.luizschettini.psc.br/livro1.htm
http://www.adf.com.br/imprensa/noticia4.asp
http://www.terra.com.br/diadasmaes/odia.htm
http://www.aleitamento.com/categorias.asp?id=3
http://www.linkdobebe.com.br/temas/preparandose2
http://www.momento.com.br/exibe_texto.php?id=723
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http://www.mensagensvirtuais.com.br/mamae/historia.php
http://www.portaldafamilia.org/artigos/artigo232.shtml
http://www.portaldafamilia.org/artigos/artigo246.shtml
http://www.simonedantas.hpg.ig.com.br/filhosadotivos.htm
http://willyvirtual.com.br/portal/comportamento/9944.shtml
http://www.direitodefamilia.com.br/Materia.asp?CodMater=168
http://www.portaldafamilia.org/datas/maes/diadasmaes2.shtml
http://www.belezainteligente.com.br/especialistas/sermae.htm

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