Aconteceu no Lunas
Luciano
Pavarotti

Apresentação
E
cala-se mais uma voz,
tantas
se foram, agora em coro...
o céu
tão cheio de sinfonias ...
com a
chegada de um dos maiores tenores,
Luciano
Pavarotti!
O Luna e Amigos quase em oração ...
entrelaçando passos na vida do cantor...
unem
mãos deixando aqui, agora
e no sempre, sua homenagem.
Outubro de 2007
Maria
Thereza Neves
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Poetas Lunas e
Amigos:
Maria Petronilho/António Zumaia/Marici
Bross/
Neli Neto/Pedro Valdoy/Jorge Linhaça/Paulo Mello/
Marcial Salaverry/António Henrique /Margaret Pelicano/
Valdir Barreto Ramos/Maria Thereza Neves.
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Luciano
Pavarotti
Natural de Modena, na Itália, Pavarotti nasceu
em 1935 para se tornar uma das maiores referências de voz erudita do
mundo. Filho de padeiro, começou sua carreira no coro de sua cidade,
em pouco tempo conquistando notoriedade em toda Europa por seu
inigualável talento. Pioneiro na utilização de sua potente voz na
música pop, Pavarotti é considerado, ao lado de Plácido Domingo e
José Carreras, um dos maiores tenores do
mundo. |
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Prodigioso no palco do
céu!
Maria Petronilho
Ah, estrela imensa, que dizes
adeus, com o lenço branco
molhado neste pranto, não mais
no suor da tua arrebatada oferenda
Vieste dos céus com o teu dom
imenso, e voltas liberto
de tanto sofrimento...
onde cantas anjo
as notas de sol, as claves de
lua, o compasso das estrelas
deixa-me alcançar, voar no
encalço do timbre
que espalhaste no mundo,
alargando o prodigioso
dom do canto, enquanto o olhar
relembra a imponência
o sorriso, o prodígio, o
brilho dos teus olhos
a mão estendida, a
vaidade esquecida
soltam-se canções, música
erudita, coros de meninos com sede
do amor que levavas em cada
solfejo, a quem é negada voz
a tua alma imensa
irradiava alegria,
Ah, cantávamos duetos
secretos!
os passarinhos
silenciavam
os seus cantos… mas
continuarão escutando
redobrarei com
eles as árias que semeaste no meu peito
eterno… coração de
menino,guardo-te comigo
na infinita saudade
que nunca será adeus!
A Luciano Pavarotti, com todo
o meu amor e gratidão,
Maria Petronilho
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"O maior tenor do
Mundo"
Luciano Pavarotti foi
considerado como "o maior tenor do Mundo" desde o desaparecimento do
"grande Caruso" em 1921.
Dotado da mais excepcional e cara
voz do Mundo, o italiano soube impor-se nos palcos mais prestigiados
- do Scala de Milão à Metropolitan Opera de Nova Iorque - com a sua
imponente figura, a soberba barba escura e sorriso cativante.
Nascido a 12 de Outubro de 1935 em Modena (norte de Itália),
Luciano decidiu-se primeiro pelo ensino, mas optou definitivamente
pelo canto em 1961.
"A Boémia" de Puccini - a sua ópera
preferida - que interpretou no palco da ópera de Reggio Emília,
trouxe-lhe um êxito fulgurante, que depressa ultrapassou as
fronteiras de Itália e da Europa.
Donizetti ("A filha do
Regimento"), Bellini ("A Sonâmbula"), Rossini ("Guilherme Tell"),
Verdi ("Rigoletto") estão presentes em mais de 30 anos de digressões
mundiais do triunfante tenor.
Amante dos puro-sangue, das
massas frescas e dos bons vinhos, este gigante de 1,90 de altura
(para um peso variável de 85 a 120 quilogramas) é pai de quatro
filhas e avô.
Casou-se em segundas núpcias em Dezembro de
2003 com a sua ex-colaboradora Nicoletta Mantovani, trinta anos mais
nova.
Limitando os seus concertos a cem por ano, as maiores
divas - Montserrat Caballé, Kiri Te Kanawa, Joan Sutherland -
acompanharam-no nas suas atuações.
Em Julho de 1998,
durante um mega-concerto transmitido a partir da Torre Eiffel
(Paris), José Carreras e Plácido Domingo formaram com Pavarotti um
trio de tenores.
Capaz de cantar desde o clássico às
variedades, passando pelo canto napolitano, não hesitou, desprezando
a fúria dos críticos, em formar duetos com Sting, Joe Cocker ou
Mariah Carey para defender causas humanitárias.
À frente de
uma das maiores fortunas do Mundo e de uma farta discografia, o
tenor do século, de 71 anos, empreendeu em Maio de 2004 uma
digressão mundial de despedida, interrompida em Julho do ano passado
já por causa da doença que o viria a matar.
José Carreras
relembra amigo como um grande cantor e jogador de pôquer.
O
tenor espanhol José Carreras comentou a morte de Pavarotti
relembrando-o como um grande cantor de ópera, um bom amigo seu, um
ótimo cozinheiro e um excelente jogador de pôquer.
"As
melhores recordações são as da intimidade. Tinha uma personalidade
muito divertida", declarou Carreras ao jornal sueco "Expressen",
país onde deu ontem um concerto.
"Nós devemos recordá-lo como
o grande artista que era, um homem com um extraordinário carisma",
acrescentou Carreras, que formava com Pavarotti e Plácido Domingo o
célebre trio da história da ópera mundial - os três
tenores. |
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Luciano
Pavarotti
António
Zumaia
O Rouxinol do jardim, cantava e
encantava; Já se finou para mim, a melodia que
dava. E tanto me fez sonhar, em melodias de
amor; Esse homem a cantar, era um sonho de
tenor. Pavarotti foi o fim… Um Rouxinol se
calou. Ficou bem triste o jardim, onde ele
encantou. Era divino o teu canto, foi um dom
que Deus te deu. Para todos nós um encanto, que esta vida
perdeu. Tua voz fica gravada, em todos nós com
amor; Tua figura amada, foi-se… deixando a
dor. No etéreo onde subiste, os anjos te vão
ouvir. Na terra ficamos tristes, mas Deus… está a
sorrir
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Popularização da ópera
O volume da voz, o carisma e a
personalidade expansiva de Luciano Pavarotti fizeram dele um dos
mais famosos cantores de ópera do século 20. Sua imagem ultrapassou
as fronteiras das salas de concerto e serviu para aproximar a ópera
do grande público.
Em 1977, a apresentação Ao Vivo do Met (no
Metropolitan Opera House de Nova York) se tornou o espetáculo de
ópera de maior audiência da história da televisão. Em 1993, uma
apresentação no Central Park nova-iorquino atraiu mais de meio
milhão de pessoas.
Na última terça-feira (04/09), o ministro
italiano da Cultura , Francesco Rutelli, disse que daria a Pavarotti
o primeiro Prêmio Excelência na Cultura por causa da promoção da
cultura italiana no exterior.
Uma das iniciativas mais conhecidas
de Pavarotti foi sua associação com os cantores líricos espanhóis
José Carreras e Plácido Domingo. Na véspera da Copa do Mundo de
futebol de 1990, o trio de tenores cantou nas antigas Termas de
Caracalla, em Roma.
Interpretada por Pavarotti, a ária Nessun
Dorma, da ópera Turandot de Puccini, tornou-se a trilha sonora da
Copa. O concerto gravado vendeu mais de dez milhões de cópias,
transformando Os Três Tenores no álbum de música clássica mais
vendido de todos os tempos.
Música e futebol deveriam ser para
todos
A partir de 1993, Pavarotti decidiu experimentar um
estilo mais leve, com shows beneficentes e apresentações ao lado de
astros do rock e do pop. Uma das participações mais conhecidas é na
canção Miss Sarajevo, da banda irlandesa U2.
Pavarotti cantou ao
lado do vocalista Bono e também do inglês Elton John. Criticado por
puristas e fãs de ópera, Pavarotti rebatia: "Quero levar a música às
pessoas e fazê-las felizes. Música, como o esporte, deveria ser para
todo mundo."
Na adolescência, Pavarotti até chegou a alimentar
esperanças de uma carreira no futebol. Mas o curso de Magistério,
durante o qual conheceu a primeira mulher, o levou à escola
primária. O tenor lecionou por 12 anos antes de iniciar a carreira
de cantor lírico.
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Luciano
Pavarotti
(Marici Bross)
Teu
canto minha vida acalentou,
Eras,
o rouxinol de meus dias.
Mas,
foste chamado.
Por
Nosso Criador.
Para a
todos do céu.
Acalentares, foi chegada a hora.
Tu
partes como o tenor do mundo.
O
maior de todos.
Os
anjos te recebem,
Para
num coral de amor.
Acalentares a todos.
E,
assim chegas frente
A
Nosso Criador
Que
sorrindo te abençoa,
Num
gesto de muito amor.
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"Rei do dó"
A carreira
internacional de Pavarotti começou em 1963, quando iniciou na
Holanda uma turnê por diversas cidades da Europa. Ele encarnou
Edgardo, em Lucia di Lammermoor, de Donizetti. No mesmo ano, cantou
pela primeira vez no Covent Garden, em Londres, substituindo
Giuseppe di Stefano em La Bohème. Dois anos depois, Pavarotti se
associou à companhia da soprano Joan Sutherland, com quem fez uma
turnê australiana da Lucia.
Mas a glória internacional veio
apenas em 1972, no Metropolitan Opera House, de Nova York. Durante a
performance de La fille du régiment, de Donizetti, Pavarotti cantou
nove dós de peito seguidos. Foi chamado ao palco pelo número recorde
de 17 vezes. Em 1988, um novo recorde: ele foi tão ovacionado em
Berlim, que a cortina fechou e abriu 115 vezes. "Não há lugar
para erros", disse certa vez, enquanto se referia à própria voz como
um "presente de Deus". "Acho que existe algo inegavelmente excitante
quando se vê um homem adulto cantando, de voz cheia, aqueles 'dós'
agudos."
Vaias em Milão
No início dos anos 1990, a trajetória
de Pavarotti começou a declinar. Ele chegou a ser vaiado durante uma
apresentação de Don Carlos, de Verdi, no Scala de Milão. Em 2002,
fãs haviam pago até quase 2 mil dólares para assistir à apresentação
no Met, casa onde ele já havia cantado cerca de 400 vezes. Pavarotti
chegou apenas poucos dias antes a Nova York e cancelou a
apresentação alegando estar gripado. Nessa época, a vida
pessoal de Pavarotti também passou a ser explorada pelos jornais.
Fosse pela sua barriga ou pelo fim de seu primeiro casamento, em
2000, ele era figura recorrente nas colunas de fofocas. Em 2003,
Pavarotti casou-se com sua assistente Nicoletta Mantovani, com a
qual tem uma filha, Alice, de 4 anos. O irmão gêmeo de Alice morreu
no parto. Pavarotti disse nunca ter se recuperado do choque. Ele tem
três filhas do primeiro casamento.
O tenor também ganhou as
manchetes em 1998, por sonegação de impostos. Após atritos com as
autoridades tributárias, pagou cerca de três milhões de euros. Sua
fortuna é estimada em cerca de 250 milhões de
dólares.
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CALOU-SE UMA VOZ... Neli Neto
Tal como um
rouxinol que emudeceu seu canto, cansado quando perdeu-se no
caminho fugindo da estiagem, calou-se, eternamente uma
voz.
Voz que acalentou muitos
sonhos Voz que embalou mil amores Voz que representou tantas
vidas por este mundo afora.
Seu canto forte e
mavioso estará presente em lembranças cercado, de uma imensa
saudade.
Neli
Neto
06.07.2007 12:18hs-RJ
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Despedida da Alemanha em
2005
Após quase 45 anos
nos palcos das maiores óperas do mundo, "Big Luciano" anunciou sua
despedida no dia 13 de março de 2004, com uma última apresentação em
Nova York. Naquele mesmo ano, no entanto, iniciou uma turnê de
despedida que teve de ser interrompida por problemas de
saúde.
Sua última apresentação foi em fevereiro de 2006, alguns
meses antes da cirurgia no pâncreas. Ele cantou na abertura dos
Jogos Olímpicos de Inverno em Turim, na Itália. Mais uma vez, a ária
Nessun Dorma, de Turandot de Puccini, emocionou milhares de
pessoas.
Na Alemanha, o último concerto do cantor lírico
aconteceu em 2005, em Stuttgart. Ele havia iniciado a turnê de
despedida um ano antes, em Hamburgo. Pavarotti esteve no Brasil sete
vezes, a última delas em 2000, com uma apresentação dos Três
Tenores, no Estádio do Morumbi, em São Paulo.
(rk)
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LUCIANO
PAVAROTTI
Pedro
Valdoy
No silêncio da minha
amargura
minhas lágrimas de
tristeza
calam a perda de um
grande tenor
Luciano
Pavarotti
As estrelas
receberam-no
com o carinho de mais um
amigo
que agora está entre
elas
e os poetas lamentam
Minhas palavras
perderam-se
perante esta
catástrofe
onde a beleza do seu
canto
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Luciano Pavarotti -
Adeste Fideles
Adeste, fideles,
laeti triumphantes; Venite, venite in Bethlehem. Natum videte
Regem angelorum.
Refrain: Venite adoremus, Venite
adoremus, Venite adoremus, Dominum.
Deum de Deo, lumen de
lumine, Parturit virgo mater, Deum verum, genitum, non factum.
Refrain
Cantet nunc hymnos chorus
angelorum, Cantet nunc aula caelestium: Gloria, gloria in
excelsis Deo;
Refrain
Ergo qui natus die
hodierna, Iesu, tibi sit gloria: Patris aeterni verbum caro
factum:
Refrain
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Jorge
Linhaça
Luciano Pavarotti, alma de
tenor,
com sua voz forte, viveu para
cantar,
tivemos nós a sorte de o ver
brilhar
Sob os holofotes, a mostrar seu
amor
Fez da música a vida, dedicado
cantor
superando as medidas, a arte a
levar
às classes esquecidas, sob a luz do
luar
pelos parques da vida a nos
encantar
Do erudito fez o gosto
popular
multidões aos shows assim
acorriam
trinca de ases tenores logrou
criar
Coisa que antes jamais assim se
via
o gosto pelo clássico a
popularizar
fazendo da vida uma alegre
sinfonia
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Luciano Pavarotti - Ave
Maria
Ave Maria, gratia
plena. Maria, gratia plena Maria, gratia plena Ave, ave
dominus, dominus tecum. Benedicta tu in mulieribus, et
benedictus et benedictus fructus ventris ventris tui,
Jesus. Ave Maria.
(Some versions add the
following)
Sancta Maria, ora pro nobis, nobis
peccatoribus, nunc et in hora mortis
nostrae. Amen
*****
Silêncio de Uma
Voz
Paulo
Mello
No jaz silente da
voz
tremulou o trompete
celeste
Calou a voz de multidões,
elites.
Sofre o tempo
escárnio.
Flores cobrem o corpo em
sepulcro.
Fãs ouvem intermináveis
canções.
Celebram-se convite a entrada
celestial.
Bate a porta o espírito
espantado.
Acorda é dia, a voz calou
!
Silencio fúnebre, na agonia da
morte.
Transpasse na harmonia do
corpo.
Desprende o espírito, volta a
casa.
Ouve-se ao longe a
canção
Pavarotti
voltou.
06.09.07
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Luciano Pavarotti -
Caruso
Qui dove il mare
Luccica E tira forte il vento Su una vecchia
terraza Davanti al Golfo di Surriento Un uomo abbraccia Una
ragazza Dopo che aveva pianto Poi si shiarisce la voce E
ricomincia il canto
Te voglia bene assaise Ma tanto bene
sai E una catena armai Che scioglie il sangue dint´e Vene
sai
Vide le luci en mezzo al mare Pensó alle notti la in
America Ma erano solo le lampare E la bianca scia di una
elica Senti il dolore nella musica Si alzó dal
pianoforte Ma quando vida la luna Uscire da una nuvola Gli
sembró piú dolce anche La morte Guardó negli occhi la
ragazza Quegli occhi verdi come il mare Poi all´improvviso
usci Una lagrima E lui credette di affogare
Te vaglio
bene assaie Ma tanto bene sai A una catena armai Che
scioglie il sangue Dint´e vene sai
Potenza della lirica
dove Agni drama é un falso Cha con un po´de trucco E con la
mímica Puoi diventare un altro Ma due acchi che ti
guardano Casi vicini e vari Ti gan scordare le
parole Confondo i pensieri Cosi diventa tutto piccolo Anche
le notti la in America Ti volti e vadi la tua vita Como la
scia di unélica Ma si é la vita che finisce Ma lui non ci
pensó poi tantó Anzi si sentiva gía felice E ricominció il suo
canto
Te voglio bene assaie Ma tanto tanto bene sai É
una catena armai Che scioglie el sangue Dint ´e vene
sai
*****
CALOU-SE UMA VOZ Marcial
Salaverry
Calou-se uma voz, vítima de
moléstia atroz... Quando cantava, a todos
encantava... Pavarotti, agora cantas ao lado do Amigão, e
continuas no coração de todos nós, que jamais esqueceremos
de tua voz... Ninguém precisava dizer o nome... Sempre
inconfundível.. Pavarotti, o Caruso dos tempos
modernos... Agora, cantando no mais sublime dos
palcos, encantando aos anjos, que o acompanham em um coral
celestial...
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Luciano Pavarotti - Nessun
Dorma
ITALIAN Nessun dorma!
Nessun dorma! Tu pure, o, Principessa, nella tua fredda
stanza, guardi le stelle che tremano d'amore e di
speranza. Ma il mio mistero e chiuso in me, il nome mio nessun
saprá! No, no, sulla tua bocca lo diró quando la luce
splenderá! Ed il mio bacio sciogliera il silenzio che ti fa
mia! (Il nome suo nessun saprá!... e noi dovrem, ahimé,
morir!) Dilegua, o notte! Tramontate, stelle! Tramontate,
stelle! All'alba vinceró! vinceró,
vinceró!
ENGLISH
No-one sleeps....no-one sleeps, Even you,
O Princess, in your cold room, Watch the stars which
tremble with love and hope! But my secret is locked within
me, no-one shall know my name! No, no, I shall say it on your
mouth when the light breaks! And my kiss will break the
silence that makes you mine! (No-one shall know his
name, and we, alas, shall die!) Vanish, o night! Set, ye
stars! At dawn I shall win!
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VOZES DO SILÊNCIO António
Henrique
São as vozes do
silêncio As vozes mudas gemendo São as vozes do
silêncio Que caladas vão dizendo ; Falam os
olhos e os gestos E alguns sinais exteriores Vazios são os
afectos Onde eram só amores Porque me
apontais arma branca Se minha alma navega Na branca nuvem do
céu? Eu não sou mais que um poeta Que canta
versos de amor A quem na terra viveu
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Luciano Pavarotti - O Sole
Mio
Che bella cosa na jurnata 'e
sole, n'aria serena doppo na tempesta! Pe' ll'aria fresca pare
gia` na festa, che bella cosa na jurnata 'e sole. Ma n'atu
sole cchiu` bello, oje ne', 'o sole mio, sta 'nfronte a te! O
sole, 'o sole mio, sta 'nfronte a te, sta 'nfronte a te! Quanno
fa notte e 'o sole se ne scenne, me vene quase 'na
malincunia. Sotto 'a fenesta toia restarria, quanno fa notte e
'o sole se ne scenne. Ma n'atu sole cchiu` bello, oje ne', 'o
sole mio, sta 'nfronte a te! O sole, 'o sole mio, sta 'nfronte a
te, sta 'nfronte a te!
*****
ADEUS PAVAROTTI
Margaret Pelicano
Quando morre um artista,
morre um pouquinho de
mim,
são tantas as alegrias que me
trazem
emoções que me
comprazem,
lágrimas e risos
enfim...
Desta feita, lá foi nosso
Pavarotti,
lutou pela vida até o
fim,
calava-se uma das liras
italianas,
prodígio de notas
agudíssimas,
garganta de ouro, grande
artista...
Deixou-nos só,
melancolicamente
sozinhos
no teatro da vida o palco de
agitou
com as lágrimas de todos os
vizinhos,
deixou muito de sua voz
preciosa jóia de
carinho...
Brasília -
2007
*****
Luciano Pavarotti -
Torna Surriento
Viede 'o mare
quant'è bello Spira tantu sentimentu Comme tu a chi tiene
mente Ca scetato 'o fai sunnà, Guarda guà chisto
ciardino; Siente, siè, sti sciure arance: Nu prufumo accussi
fino Dint'o core se ne va... E tu dice: "Ìparto, addio!"
bis T'alluntane da stu core... bis Da sta terra de l'ammore
bis Tieno 'o core 'e nun turnà? bis Ma nun me lassà, bis
Nun darme stu turmiento! bis Torna a Surriento, famme campà!
bis
*****CALA-SE
O TENOR
Valdir Barreto Ramos
Hoje a madrugada foi tão fria! a névoa era
prenúncio de tristeza. As horas passaram lentamente... Hoje o
sol não veio! apenas a cor cinza se via em todo canto. Ninguém
ouvia mais a sua voz... Coincidentemente os pássaros permaneceram
mudos! Eu não vi o céu, apenas pessoas tristes chorando o
vento cortava o silêncio em um triste rumor... Onde está você
agora? por certo cantando e encantando anjos! acompanhado por
harpas e cítaras em acordes dignos de tua voz. Sinto-me
órfão... somos todos órfãos! agora só tenho a agradável
lembrança de sua voz maravilhosa gravada num cd pois sei que
você não vai mais cantar... não para os
mortais...
Publicado no Recanto das Letras em
06/09/2007 Código do texto:
T641894
*****
Luciano Pavarotti
- Una Furtiva
Lacrima
Italiano Una furtiva
lagrima Negli occhi suoi spuntò...
quelle festose giovani
invidiar sembrò... Che più cercando io vo? M'ama, lo
vedo. Un solo istante i palpiti Del suo bel cor
sentir!.. Co' suoi sospir confondere
per poco i miei
sospir!... Cielo, si può morir; Di più non
chiedo.
Inglês A sullen and secretive tear That started
there in her eye... Those socialising bright young
things Seemed to provoke its envy... What more searching need
i do? She loves me, that i see. For just one moment the
beating Of her hot pulse could be felt!.. With her sighing
confounding Momentarily my sighs!... Oh god, i shall
expire; I can't ask for more.
*****
Luciano
Pavarotti
Luciano
Pavarotti (Módena, 12
de outubro de
1935 — Módena, 6 de setembro de 2007) foi um cantor lírico italiano, grande intérprete das obras de
Donizetti, Puccini e Verdi.
Pavarotti participou com os tenores
espanhóis José Carreras e Plácido Domingo nos concertos "Os três tenores", e gravou
famosos duetos com Bryan
Adams,
Andrea Bocelli, Queen, Céline Dion, U2 e Roberto Carlos, entre outros. É considerado um dos mais
importantes tenores de todos os tempos. Cantou nos mais
importantes teatros mundiais, como sendo o Teatro alla Scala (Milão), a Royal Opera House (Covent Garden, Londres), a
Metropolitan Opera
House (Nova Iorque),
entre outros.
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*****
A
Voz Eterna
Maria Thereza
Neves
No
silêncio da hora morta ,
A alma voa rumo
as estrelas.
Sangra o mundo de porta a
porta
Em melodias de outrora, chora
.
O
momento de dia comprido
Quando toca a Ave Maria,
Oram
ao corpo dor, sofrido
Até a
madruga se fazer fria.
Ainda
ouvem a eterna voz ,
Do
tenor azul a clarear o luar
Sem
quebrar o encanto veloz.
As
orquestras em sintonia e paz ,
Arcos , cordas, violinos da
vida
Seguem quase sem ar, a poesia jaz.
6/09/07
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Fontes de
Pesquisas:
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http://yahoo.imusica.com.br/artista.aspx?id=4987&bio=1
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1304205&idCanal=undefined/
http://www.dw-world.de/
www.webletras.com.br/letras/artista/14445/musicas-de/luciano-pavarotti.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Luciano_Pavarotti |
*****
Edição, formatação: Maria Thereza
Neves
Outubro de 2007
Música: Luciano Pavarotti - Mattinata
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